Sábado – Pense por si

A lagartixa e o jacaré

A armadilha de Tucídides

Na noite que passou em Pequim, Trump dedicou-se a explicar que quando Xi falou do declínio da América não era com ele, mas com Biden. Depois voltou aos seus temas favoritos, o salão de baile e uma nova proposta para estragar Washington, um jardim com centenas de estátuas dos” heróis americanos”.

Ventos de Oeste

Alguém sabe para onde estamos a ir?

Os actuais dirigentes do país, muito provavelmente por força de um revanchismo que, apesar de mascarado de “modernidade”, é cada vez mais indisfarçável, estão mais preocupados em destruir os equilíbrios sociais construídos na sequência do 25 de abril de 1974 e do 25 de novembro de 1975, do que em procurar encontrar soluções para debelar essas dificuldades, ou pelo menos minorar as suas consequências para os mais desfavorecidos.

Ventos de Oeste

Os três 25 de Abril

Já agora, considero importante repetir, pela enésima vez, que, em termos de ciência política, quer se queira quer não, o PREC foi apenas uma crise revolucionária e não, como muitos afirmam, de ambos os lados do espectro político nacional, uma revolução falhada).

Deputado do CDS-PP diz que os partidos têm medo de celebrar novembro e de fazer as reformas necessárias

Deputado do CDS-PP diz que os partidos têm medo de celebrar novembro e de fazer as reformas necessárias

João Almeida, deputado do CDS-PP, abordou este sábado, nas comemorações dos 52 anos do 25 de Abril, os medos da democracia: "A única vontade é a que se expressa pelo voto em eleições democráticas, só assim somos livres. Mas porque há tanto medo? Medo de discutir a história, de questionar as verdades oficiais, de fazer reformas? De celebrar o 25 de novembro? De rever a Constituição? De fazer as reformas urgentes?"

Ventos de Oeste

Incompreensões

Estamos, felizmente, muito longe dos tempos miseráveis do Estado Novo e talvez ainda haja memória colectiva suficiente do modo como essa corja de patifes tratava os portugueses e, sobretudo, as portuguesas.

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O cerco à Constituinte, a 12 de novembro de 1975, interrompeu os trabalhos mas não os travou
Maria Henrique Espada

O dia C da democracia

A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.

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